domingo, 13 de dezembro de 2015

Temas para pensar

TEMAS TRABALHADOS  ao longo do ano:
* Trotes Universitários
* Questões de gênero (não apenas mulher, a polêmica retirada de tais abordagens no currículo escolar, etc)
* Acessibilidade (lei, respeito, ética, atletas paraolímpicos)
* Limites do humor e liberdade de expressão
* Intolerância
* Família contemporânea (nova formação, lei, etc)
* Culto à estética ( vaidade, saúde, exagero)
* APP x serviços tradicionais ( Uber, Netflix, etc)
* Pequenas corrupções (jeitinho brasileiro)
* Justiça com as próprias mãos ( cuidado: direitos humanos )
* Redução da maioridade penal
* Mobilidade urbana
* Lixo (meio ambiente, reciclagem, soluções)
* Crise hídrica e energética
* O crescente aumento dos casos de HIV entre os jovens
* Dengue
* Esporte (formação, inclusão, oportunidade, identidade nacional, Rio 2016)
* Uso do celular em sala
* Leis trabalhistas ( terceirização, trabalhador doméstico)
* Legalização da maconha
* Pena de morte ( crise na carcerária )
* Poder da mídia
* Individualismo
* Idosos (longevidade, valorização social?)
*Analfabetismo.

TEMAS PRESENTES NOS LIVROS UFSC:

"O santo e a porca"
* Avareza * Relações familiares * Ganância * Relações de trabalho

"O cortiço"
* Avareza * Ganância, cobiça * Capitalismo * Inveja * Choque cultural * Homoafetividade * Relações de trabalho

"Além do ponto e outros contos"
* relacionamento * decepção * loucura * solidão * busca da identidade, autoconhecimento
* comportamento frente ao grande centro urbano * AIDS * homoafetividade  *Questões de gênero* preconceito (diversos)

"A majestade do Xingu"
* Memória * Culpa – vergonha * Família * Imigração russa ( e/ou judaica) no Brasil
* Contação de histórias * Amizade * O índio * Doenças: tuberculose, varíola, câncer, ataque cardíaco
* Ditadura * Cartas *Linguagem * Autobiografia(?)

"A hora da estrela"
* Preocupação com a escrita, criação literária, 
Invisíveis sociais

"Várias histórias"
*Vaidade, ganância, inveja, adultério, futilidade, poder, corrupção, delação, soberba, etc.

"O fantástico na ilha de SC
*valorização do passado *folclore *mistério *sabedoria popular *progresso

Vale treinar? Vale pensar em uma Tese e em possíveis argumentos e intervenções.
Mas lembre: NÃO IMPORTA O TEMA, O IMPORTANTE É ESTAR PREPARADO PARA QUALQUER PROPOSTA! E você está!
Beijo e boa prova!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

E a ajudinha literária?

Mas prof, não vai gravar os livrinhos este ano?

Não rolou este ano, galera, mas você encontra 03 aulas sobre os livros.

Lembrando: são vídeos do ano passado [e até retrasado]. Inclusive gravamos vários naquele dia, tô" "meio muito mais doidinha empolgada que o normal". Hoje em dia sou mais tranquila [quase sempre] e menos empolgada [exceto algumas vezes]. Vivendo e aprendendo [todos nós!]
Quem gostar dá um 'like' e quem não gostar desliga e reza por mim [por nós], pra que nós crescemos e melhoremos [no meu caso 'muito' de cada, hahaha]

Bora lá, moxquiridus!

https://www.youtube.com/watch?v=hd2TnFkWocY
[O fantástico na ilha de Santa Catarina]

https://www.youtube.com/watch?v=BjUle45NVXo
[A hora da estrela]

https://www.youtube.com/watch?v=3NRsgJj2esU
https://www.youtube.com/watch?v=dVXVadjlpfg
[Várias Histórias]

P.S. Temas da prova de Redação UFSC? Aguardando....




quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

RESUMÃO DE REDAÇÃO DE OPINIÃO [MAS ECO NO TEU TEXTO? PODE NÃO!]

Salve, Galera.

Redação na área.
Vale 'ixpiar':
Beijão.

OPINAR
Atenção máxima ao enunciado da prova de Redação. Na maioria dos casos, o texto solicitado é o dissertativo-argumentativo, mas pode vir também “texto de opinião”, “texto crítico”, “dê o seu ponto de vista”, etc. Nesse caso, existem diversos gêneros que podem e devem ser abordados.
É importante lembrar, também, que, por ser um texto de opinião, não quer dizer, necessariamente, que esta deva ser sem fundamento, sem base filosófica, empírica, epistemológica, senão vira “achismo”.
Quando escrevemos um texto de opinião, nosso objetivo é o de convencer. Apresentamos a nossa opinião – sempre fundamentada – em relação a determinado assunto e desejamos persuadir nosso leitor a assumir o mesmo ponto de vista.
Para que se possa alcançar com êxito esse desiderato, é preciso conhecer muito bem o tema que irá tratar. O redator precisa ter dados, fatos, estatísticas, exemplos, citações relevantes que justifiquem a sua opinião, que possibilitem a ele escrever bons argumentos, a favor ou contra o tema abordado.


Gênero Argumentativo
Quem é o leitor?
Marcas estruturias
Observações
Dissertação
Leitor universal, qualquer um.
Texto impessoal, sem marcas de interlocução, em linguagem objetiva e padrão culto, com rígida divisão das partes do texto argumentativo.
Pode haver ainda dissertação de tom pessoal. Contudo, essa é de cobrança escassa em concursos.
Artigo de opinião
Um certo público leitor de dada publicação.
O texto deve se adequar ao perfil do publico. Assim, suas marcas de formalidade ou informalidade dependerão disso. No geral, sua estrutura é menos rígida e costuma se admitir tom pessoal.
O artigo de opinião, de modo geral, é dos gêneros argumentativos mais livres e fluídos que há.
Carta de solicitação ou de reclamação
O destinatário da carta.
Esse texto é dum remetente específico a um destinatário também específico. Portanto, são obrigatórias tanto a primeira pessoa quanto marcas de interlocução, além do cabeçalho com local e data, do vocativo e da saudação introdutórias, bem como a despedida e assinatura.
A distinção entre solicitação e reclamação não é, necessariamente, rigorosa.
Carta de leitor
O editor da revista ou autor de dada matéria.
Esse texto se assemelha ao modelo geral das cartas argumentativas, no entanto, prescinde de cabeçalho com local e data.
No geral, é um texto bastante objetivo e conciso.
Editorial
O público leitor de determinada publicação
Expressa a opinião de certa publicação, falando, portanto em nome coletivo. Sua linguagem tende a ser formal, embora acompanhe a expectativa do público leitor.

Crônica argumentativa
O público leitor da publicação que conterá a crônica.
Esse texto partilha da liberdade geral da crônica narrativa e tem em comum com esse uma motivação do cotidiano.
Em geral, essa modalidade de crônica pode se aproximar bastante do artigo de opinião.
Resenha crítica
O público de certa publicação artística ou crítica.
O texto consiste em um resumo comentado e opinativo sobre dada obra ou trecho de obra.
Pode ser pensada como uma versão bastante simplificada do ensaio.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

REDAÇÃO UFSC

Alô, moxquiridus!

Ixpia, ixpia o material sobre redação UFSC:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/redao-geral-final

Beijo!

sábado, 21 de novembro de 2015

Narração [Tipo textual - aguarde os gêneros narrativos]

NARRAR
Narrar é relatar fatos e acontecimentos, envolvendo ação e, portanto, movimento. Há personagens atuando e um narrador que relata a ação. A narração é um tipo de texto marcado pela temporalidade, ou seja, como seu material é o fato e a ação que envolve personagens, a progressão temporal é essencial para o seu desenrolar: as ações direcionam-se para um conflito que requer uma solução, o que nos permite concluir que chegaremos a uma situação nova. Portanto, a sucessão de acontecimentos leva a uma transformação, a uma mudança e a trama que se constrói com os elementos do conflito desenvolve-se necessariamente numa linha de tempo e num determinado espaço.
Elementos da narrativa:

a)      O narrador: é o dono da voz ou, em outras palavras, a voz que nos conta os fatos e seu desenvolvimento. Dependendo da posição do narrador em relação ao fato narrado, a narrativa pode ser feita em primeira ou em terceira pessoa do singular. Temos, assim, o ângulo, o ponto de vista, o foco pelo qual serão narrados os acontecimentos (daí falar-se foco narrativo).
Na narração em primeira pessoa, o narrador participa dos acontecimentos; é, assim, um personagem com dupla função: o personagem-narrador. Pode ter uma participação secundária nos acontecimentos, destacando-se, desse modo, seu papel de narrador, ou ter importância fundamental, sendo mesmo o personagem principal. Nesse caso, a narração em primeira pessoa permite ao autor penetrar e desvendar com maior riqueza o mundo psicológico do personagem. É importante observar que, nas narrações em primeira pessoa, nem tudo o que é afirmado pelo narrador corresponde à “verdade”, pois, como ele participa dos acontecimentos, tem uma visão própria, individual e, portanto, parcial deles. A principal característica desse foco narrativo é, então, a visão subjetiva que o narrador tem dos fatos: ele narra apenas o que vê, observa e sente, ou seja, os fatos passam pelo filtro de sua emoção e percepção.
Já nas narrações em terceira pessoa, o narrador está fora dos acontecimentos; podemos dizer que ele paira acima de tudo e de todos. Essa situação lhe permite saber de tudo, do passado e do futuro, das emoções e pensamentos dos personagens – daí ser chamado de narrador onisciente (oni + sciente, ou seja, “o que tem ciência de tudo”, “o que sabe tudo”). O narrador onisciente “lê” os sentimentos, os desejos mais íntimos da personagem (aliás, o narrador vê o que ninguém tem condições de ver: o mundo interior da personagem) e sabe qual será a repercussão desse ato no futuro.
b) O enredo: é o esqueleto da narrativa, aquilo que dá sustentação à história, o que a estrutura, ou seja, é o desenrolar dos acontecimentos (é a linha se entrelaçando, formando a malha, a trama, a rede, o tecido, o texto). Geralmente, o enredo está centrado num conflito, responsável pelo nível de tensão da narrativa. É o conjunto dos fatos encadeados que constituem a ação de uma obra de ficção (teatro, romance, filme, novela, etc.)
c) Os personagens: são os seres que participam do desenrolar dos acontecimentos, aqueles que vivem o enredo. Em geral, o personagem bem construído representa uma individualidade, apresentando traços psicológicos próprios. Há também personagens que representam tipos humanos, identificados pela profissão, pelo comportamento, pela classe social, enfim, por algum traço distintivo comum a todos os indivíduos dessa categoria.
d) O ambiente (espaço): é o cenário por onde circulam personagens e onde se desenrola o enredo. Em alguns casos, a importância do ambiente é tão fundamental que ele se transforma em personagem. Por exemplo: o Nordeste, em grande parte do romance modernista brasileiro; o colégio interno, em O Ateneu, de Raul Pompéia; o caso mais nítido está em O cortiço, de Aluísio de Azevedo.

e) O tempo: O narrador pode se posicionar de diferentes maneiras em relação ao tempo dos acontecimentos – pode narrar os fatos no tempo em que eles estão acontecendo; pode narrar um fato perfeitamente concluído; pode entremear presente e passado, utilizando a técnica de flash-back. Há, também, o tempo psicológico, que reflete angústias e ansiedades de personagens e que não mantém nenhuma relação com o tempo propriamente dito, cuja passagem é alheia à nossa vontade. Falas com “Ah, o tempo não passa...” ou “esse minuto não acaba!” ou ainda “Esse minuto está durando uma eternidade!” refletem o tempo psicológico. 

A UFSC costuma solicitar a produção de GÊNEROS NARRATIVOS Exemplos: contos, crônicas, notícias, etc. A essência de tais textos é tipo narrativo [ e sua estrutura tradicional - descrita acima], com algumas particularidades que veremos em breve. Aguarde.

Até a próxima, pessoal.

Beijo!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

sábado, 14 de novembro de 2015

TEMAS PRESENTES NOS LIVROS [UDESC 2015/2]

Como  a UDESC  costuma apresentar propostas elaboradas a partir das obras literárias, a reflexão sobre alguns temas pode ser um treino produtivo (Faça como o narrador para o Noel, elabore o texto mentalmente ainda que não o ponha no papel - rima péssima, eu sei)

Bom treino!


TEMAS PRESENTES NOS LIVROS [UDESC 2015/2]

"O santo e a porca"
* Avareza
* Relações familiares
* Ganância
* Relações de trabalho

"O cortiço"
* Avareza
* Ganância, cobiça
* Capitalismo
* Inveja
* Choque cultural
* Homoafetividade
* Relações de trabalho

"Além do ponto e outros contos"
* relacionamento
* decepção
* loucura
* solidão
* busca da identidade, autoconhecimento
* comportamento frente ao grande centro urbano
* AIDS
* homoafetividade
* preconceito (diversos)

"A majestade do Xingu"
* Memória
* Culpa – vergonha
* Família
* Imigração russa ( e/ou judaica) no Brasil
* Contação de histórias
* Amizade
* O índio
* Doenças: tuberculose, varíola, câncer, ataque cardíaco
* Ditadura
* Cartas
*Linguagem
* Autobiografia(?)

"Melhores contos"
* Memória
* Velhice
* Linguagem
* Imigração (Líbano)

LEMBRANDO QUE, EM CASO DE TEMAS SUBJETIVOS:
A subjetividade contida na proposta é apenas uma forma de expor o tema, o produtor textual deve manter a objetividade da sua escrita. 
üA temática deve ser abordada através do conhecimento científico, portanto o racionalismo é a essência do seu texto. üDiante de uma temática subjetiva o autor permanece frente ao fenômeno observado, nunca dentro do próprio fenômeno, esse distanciamento do objeto proporciona diretamente o uso da terceira pessoa.
üUma vez o redator tendo a abordagem científica como referência, toda a cognição da proposta deve ser reconhecida através da perspectiva adequada. Além disso, a linguagem nunca deve se voltar para o sentimentalismo.

BOA PROVA! :) 

AULÃO UDESC

Calouros UDESC 2016,

segue aulão.

Beijão!

Corre lá então [ão ão ão. Mesmo. Muito. HAHAHA]
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/aulo-udesc-red-e-lit

XINGU

Salve, galera!

Livrinho pro'cês!

Beijo.

Vai lá:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/a-majestade-do-xingu

sábado, 31 de outubro de 2015

Proposta Subjetiva

Salve, galera!

Para continuarmos nossa preparação [agora para os demais vestibulares], segue uma proposta de redação [subjetiva].

Bom trabalho!

Leia lá:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/proposta-subjetiva

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

TEMAS ENEM

Já que vocês pediram tanto, segue:

VAI LÁ:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/temas-trabalhados

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

REDAÇÃO ENEM

Que tal revisar e chegar preparado para qualquer tema?

CORRE LÁ:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/redao-enem-54285522

#VemEnem: LITERATURA

Salve, galera:
Últimas escolas literárias antes do Enem.
Corre lá:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/simbolprmod

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

FUNK ANTIGÃO (TRANQUILÃO) DE REDAÇÃO

Atendendo aos 123.987.2324.896.143²³¹² de pedidos, segue o 'Funk' de redação!

1. 
FUNK ANTIGÃO (TRANQUILÃO) DE REDAÇÃO [Ritmo: 'Tô tranquilão' MC Sapão] 
Que provinha  é essa que no Enem é sensação
É claro que é a nossa redação
Tese, argumentos e “aquela intervenção”
Prepara que aí vem o milzão 
Vamos começar
A Introduzir
Contexto, tema e tese vão surgir
Argumentação para prosseguir
Conclui e vem e cantando assim 
Eu to tranquilão 
numa boa pra fazer a redação
Se liga nessa e não esquece a intervenção:
O quê? E como? 
E o agente da agente da ação:
GOMIFES, GOMIFES





TEMA: INTOLERÂNCIA

Mais um tema para treinar!

'Simbora!'

Vai lá:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/propostaintolerncia

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mais paródias (Quinhentismo + Barroco + Arcadismo + Romantismo)

'Moxquiridus',

muitos me pediram as paródias das primeiras escolas [reunidas para fazer um show completo e incomodar a vizinhança].

Segue!


Vai lá cantar:
http://pt.slideshare.net/JosiMotta/pardias-quin-barrarcrom

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

TEMAS! - áreas temáticas - (com indicações de leitura, filmes e possíveis intervenções)

1. Mudanças climáticas


Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 

  • As intensas mudanças climáticas têm afetado a economia, em especial a agricultura de diversos países; imposto a necessidade de imigrar em busca de sobrevivência para milhões de pessoas.
  • Praticamente todos os cenários futuros previstos pela ciência em decorrência da intensificação do Efeito Estufa são catastróficos.
  • A dificuldade de transformação, mesmo frente a tantos sinais evidentes, da matriz energética mundial para uma versão mais limpa e sustentável frente à dependência atual de combustíveis fósseis é vista por muitos cientistas como um risco muito sério para o futuro da humanidade.
  • Dentre as maiores dificuldades para lidar com as mudanças climáticas, destacam-se a dificuldade de rever o modelo econômico centrado na exploração da natureza, o receio de estadistas do mundo inteiro de tomar decisões de Governo mais sustentáveis serem motivos para desacelerar a economia, etc.
  • Investimento global e de grande porte em energias renováveis e mais limpas é fundamental para melhorar a qualidade de vida nas cidades e para evitar o recrudescimento das mudanças climáticas em nível mundial.
  • Reurbanização das cidades e criação de bairros urbanisticamente mais razoáveis para que as pessoas dependam menos de formas de locomoção que não sejam a caminhada e o uso de bicicleta.
  • Conscientizar as pessoas sobre a necessidades de consumirem menos e de forma mais inteligente para diminuir a pressão crescente sobre recursos naturais que são finitos na maioria das vezes.
  • Criar toda forma de incentivo para a criação, produção e consumo de máquinas e processos que sejam mais eficientes energeticamente.
  • Diminuir drasticamente o desmatamento no mundo inteiro.

Textos de aprofundamento





Intertextualidades 

  • “O dia depois de amanhã” – filme.
  • “A era da estupidez” – filme.
  • “Uma verdade inconveniente” – documentário.
  • “Mudanças de clima, mudanças de vida” – filme.
  • "Bilhões de nós morrerão e os poucos casais férteis de pessoas que sobreviverão estarão no Ártico onde o clima continuará tolerável." (James Lovelock)
  • "Temos que ter em mente o assustador ritmo da mudança e nos darmos conta de quão pouco tempo resta para agir, e então cada comunidade e nação deve achar o melhor uso dos recursos que possui para sustentar a civilização o máximo de tempo que puderem." (James Lovelock)

Interdisciplinaridades
  • Aspectos geográficos associados às matrizes energéticas mundial e brasileira.
  • Causas e consequências do desmatamento e de queimadas ilegais.
  • Evolução do pensamento de que riqueza só se constrói com a exploração não sustentável de recursos naturais. É possível fazer um histórico desde a Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX.
  • Impactos das mudanças climáticas no Brasil por regiãoFonte: http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/node/147

2. Matriz energética

Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 
  • As recentes crises na produção energética que elevaram o preço desse serviço público no Brasil.
  • O risco de apagão energético que frequentemente é anunciado pela mídia.
  • Incentivo para que casas, comércios e indústrias sejam transformadas em pequenas usinas eólicas e solares a fim de que possam ser até mesmo independentes energeticamente ou mesmo possam fornecer energia excedente para a rede pública.
  • Sobretaxação da energia elétrica em função do consumo per capita perdulário e injustificável, já que a falta de energia elétrica prejudica a todos.
  • Devem ser criadas campanhas perenes de conscientização sobre o risco de escassez e a necessidade de uso racional da energia elétrica por meio da simples economia, da compra de eletroeletrônicos mais eficientes energeticamente, etc.
  • Fomento da pesquisa em universidades públicas por meio de regras especiais na concessão de bolsas ou mesmo de linhas de pesquisa solicitadas pelo Estado sobre temas de interesse público como fontes de energia alternativas.
  • Criação de políticas de longo prazo e realistas de gestão da matriz energética brasileira, com o intuito de torná-la mais limpa, eficiente, barata, renovável e ecologicamente sustentável.
  • Modernização da estrutura de transmissão e distribuição para que não se dissipe energia ao longo do percurso entre os locais em que ela é produzida e os locais em que ela é consumida.

Textos de aprofundamento

Intertextualidades 

Interdisciplinaridades

  • Os estudos da Geografia sobre matriz energética, sobre fontes de energia, sobre eficiência energética..
  • História do desenvolvimento das fontes de energia.
3. Mobilidade urbana


Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 
  • É um importante fator para se avaliar a qualidade de vida e humanização das relações humanas e organizacionais em centros urbanos.
  • É condição básica para o desenvolvimento econômico e social de uma cidade.
  • As manifestações de junho 2013, organizadas pelo movimento Passe Livre, e os desdobramentos dessas que estão entre as maiores manifestações populares da história do Brasil.
  • A questão da mobilidade em grandes eventos como a Copa do Mundo no Brasil e as Olimpíadas no Rio em 2016.
  • Ampliação das ciclovias e da estrutura para recepcionar o ciclista (vestiários, locais para guardas as bicicletas, etc.) em locais de grande aglomeração de pessoas como indústrias, instituições educacionais, etc.
  • Criar ou respeitar rigorosamente planos diretores municipais para que construções sejam feitas em cidades apenas depois e de acordo com estudos científicos e de acesso público acerca da viabilidade delas quanto ao impacto na mobilidade urbana no bairro ou área onde será construída a obra.
  • Fomento da pesquisa em universidades públicas sobre meios, maneiras e alternativas para melhorar a qualidade do transporte urbano público no Brasil.
  • Implantação de pedágio urbano com preço que desestimule o uso contínuo de carro para ir a áreas mais populosas e movimentadas da cidade, mas que não inviabilize o uso do carro em situações esporádicas e de extrema necessidade.
  • Criação de bairros autossuficientes com escolas, indústrias, centros comerciais, etc., que tornem desnecessário sair do bairro onde se mora para levar o filho à escola, comprar pão, etc.
  • Estimular a flexibilização de horários de entrada e saída do trabalho e mesmo das relações trabalhistas, para que as pessoas possam entrar e sair do trabalho de forma mais diversificada ou possam trabalhar com mais frequência em casa se possível.
  • Fazer estudos de logística e criar regras para reduzir drasticamente a quantidade de caminhões no interior das cidades em horários com grande movimentação de pessoas.
  • Diversificação dos modais de transporte utilizados nas cidades a fim de possibilitar ao cidadão múltiplas combinações de modais para completar um trajeto.
  • Criar estações que integrem variados modais de transporte urbano e coletivo para facilitar o uso de diferentes tipos de transporte para completar um percurso.
  • Ampliação dos corredores exclusivos para transportes coletivos.
  • Criação de políticas de longo prazo e realistas de gestão do trânsito nas cidades brasileiras. Especialmente nas médias para que não passem no futuro pelos problemas das grandes.
  • Desenvolver, se possível, hidrovias como meio de transporte público dentro de cidades que tenham condições para tanto.

Textos de aprofundamento
Intertextualidades
  • "Bikes vs Cars” – documentário.
  • “Motoboys, vida louca” – documentário.
  • “Um dia de fúria” – filme.
  • “Luto em luta” – documentário.
  • “Junho, o mês que abalou o Brasil” – documentário.
  • “Perrengue – o desafio da mobilidade em São Paulo” – documentário.
  • “130 Km – Vida ao extremo” – documentário.
  • http://www.mobilize.org.br/noticias/8264/30-documentarios-sobre-mobilidade-urbana.html

Interdisciplinaridades 
  • Os aspectos sociológicos da mobilidade urbana associada à desigualdade econômica, de oportunidades, educacional, etc.
  • A ocupação desordenada do espaço urbano em função de uma urbanização pouco ou nada planejada da maioria das cidades brasileiras é determinante para entender os desafios da mobilidade urbana hoje.
  • As consequências da opção governamental e cultural por transportes rodoviários feita no pós-Guerra.
  • A cultura do carro no Brasil: “status”, realização pessoal e símbolo de prosperidade social.
 
4. Desigualdade de gênero
Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 
  • Aprovação do feminicídio pela Câmara.
  • Aprovação de cotas para mulheres na política.
  • O impacto da Lei Maria da Penha na violência contra a mulher.
  • Criação de políticas para estímulo e regulamentação da ocupação de cargos políticos eletivos, por exemplo, garantir por lei que metade das cadeiras do legislativo sejam ocupadas por mulheres.
  • Defesa e manutenção do estado como instituição laica, já que se sabe que várias religiões têm cada vez mais fieis fundamentalistas, que são cada vez mais representados por políticos com mesma inclinação ideológica, a saber: o interesse de rechaçar e desarticular conquistas históricas das mulheres ou mesmo impedir o amplo empoderamento feminino na sociedade.
  • Criar campanhas permanentes e mais diretas para combater a violência contra a mulher em todos as instâncias, espaços e circunstâncias.
  • Criação de leis que de fato igualem direitos e deveres de homens e mulheres em relação aos filhos, à casa, ao trabalho, etc. Exemplo disso é a diferença de prazo entre as licenças maternidade e paternidade.

Textos de aprofundamento
Intertextualidades
  • “Preciosa”, filme.
  • “Belle”, filme.
  • “Mothern” – série.
  • "O sorriso de Monalisa" - filme.
  • "Blue eyes" - filme.
  • “Lavagem cerebral, o paradoxo da Teoria do gênero” – documentário.
  • Quando se procura o mal na História, vê-se que sempre foi causado por uma pessoa ou um grupo sobre outros, seja por causa da raça, do gênero, da preferência sexual ou da religião. Isso é universalmente incorreto e impede a paz! (Drey Barrymore)
  • "Uma mulher pode fazer qualquer coisa, conseguir o que quiser, contanto que não se apaixone." (Joan Crawford)
  • "O homem procura a felicidade, a mulher a espera." (Severo Catalino)
  • “Se um homem bate na mesa e grita, está impondo controle. Se a mulher faz o mesmo, está perdendo o controle.” (Bárbara Soares)
  • "Mulheres envelhecem, homens amadurecem." (Gloria Steinem)
  • "Juíza", Porta dos fundos - esquete.
  • https://www.youtube.com/watch?v=nHcQOY-Rews

Interdisciplinaridades
  • Discussões amparadas pela História para entender a evolução das funções e expectativas sociais e culturais sobre homens e mulheres.
  • A história e as contribuições do feminismo para a promoção da igualdade de gênero.
  • A questão do gênero pelo mundo.
  • Os direitos conquistados por mulheres desde o direito ao voto no início do século XX em muitos países, inclusive no Brasil
  • Questões biológicas e psíquicas que aproximam ou diferenciam homens de mulheres.

5. Limites para o humor e liberdade expressão
Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 
  • A importância de refletir sobre como o humor é construído e sobre os limites possíveis ou não entre a piada e a agressão.
  • O humor como mecanismo de crítica social e política.
  • O ataque terrorista ao Charlie Hebdo e a intolerância em relação ao outro e ao divergente.
  • As muitas questões jurídicas associadas a humoristas processados no Brasil.
  • Liberdade de expressão absoluta ou tornar as pessoas livres para serem grosseiras, preconceituosas e intolerantes por meio de piadas?
  • A importância de melhorar o acesso das pessoas à Justiça para que possam saber como lidar com o fato de serem motivo de alguma piada que as tenha prejudicado. Além disso, é também relevante pensar sobre velocidade inexistente do aparato jurídico para julgar essas demandas.

Textos de aprofundamento
Intertextualidades 
  • “O riso dos outros” – documentário.
  • “A entrevista” – filme.
  • “O ditador” – filme.
  • “Fiquem tranquilos, os poderosos que têm medo de nós: nenhum humorista atira pra matar.” (Millôr Fernandes)
  • "Humor é ódio. E todo humorista é no fundo um mal-humorado." (Otto Lara Resende)
  • "O humor é uma invenção especialíssima do senso comum." (Henri Bergson)
  • “Não há humor moderno ou antigo. Há humor engraçado ou sem graça.” (Chico Anysio)

Interdisciplinaridades 
  • A questão da liberdade de expressão no contexto histórico brasileiro.
  • As interações entre liberdade de expressão e democracia.
  • As questões jurídicas associadas à reparação de danos causados por uma piada.
  • A importância histórica do humor como forma de crítica social, política e comportamental em momentos como a Ditadura Militar no Brasil, a Revolução Francesa, a questão de gênero e de etnia em vários países do mundo.

6. Saúde pública e epidemias
Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção 
  • O risco de uma epidemia mundial de uma doença de fácil e rápida transmissão que poderia afetar o mundo inteiro em dias em função da velocidade com que pessoas do mundo todo locomovem-se mesmo entre os pontos mais distantes do mundo.
  • Educação e comunicação são mecanismos importantes para alertar e conscientizar as pessoas sobre o risco de epidemias e sobre como se portar no caso da ocorrência de uma delas.
  • Acesso livre e desvinculado de pressupostos religiosos a formas de evitar epidemias como a de aids.
  • Falta de controle sanitário mais rigoroso e sofisticado em fronteiras brasileiras faz com que muito se tema a fácil entrada e alastramento de uma epidemia como o ebola no Brasil.
  • Falta de mobilização da comunidade científica e dos Governos em favor do bem comum que poderia ser gerida eficientemente por organizações transnacionais como a ONU, Cruz Vermelha, MSF, etc., a fim de evitar ou mesmo combater epidemias em escala local e mundial.
  • Investimento vultoso em pesquisas quando dos primeiros surtos de doenças altamente contagiosas oriundo de fundos internacionais ou nacionais criados para esse fim e aplicados em instituições públicas ou governamentais de pesquisa no Brasil.
  • Falta de consciência científica da maior parte da população a respeito de saúde pública para contrapor costumes culturais, tribais, ancestrais, etc., que possam favorecer a propagação e a intensidade da epidemia.

Textos de aprofundamento
Intertextualidades 
  • “Walking dead” – série.
  • “Epidemia”, 1994 – filme.
  • “Os 12 macacos” – filme.
  • “Eu sou a lenda” – filme.
  • “Ensaio sobre a cegueira” – livro e filme.
  • “Contágio” – filme.
  • “Guerra mundial Z” – filme.
  • “A peste negra” – documentário – History Channel
  • https://www.youtube.com/watch?v=ANpwV-8aYNI
  • “Ebola, epidemia mortal” – documentário.
  • https://www.youtube.com/watch?v=pjsIiHtOC9A
  • Drauzio Varella - Reflexões sobre a epidemia de HIV/AIDS
  • https://www.youtube.com/watch?v=wAwPWv5tYhQ

Interdisciplinaridades 
  • Questões biológicas a respeito das consequências fisiológicas dessas doenças.
  • Aspectos matemáticos da progressão de uma epidemia.
  • Recortes históricos associados a epidemias como a Peste Negra, a Gripe Espanhola, a sífilis ao longo da História, a aids, o ebola, etc.
7. Drogas

Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção

  • Ao longo da História, em especial, durante o século XX, as drogas suscitaram intensas discussões sobre questões que parecem ainda estar indefinidas, tais como: os critérios para tornar uma droga ilegal, os benefícios e malefícios do consumo delas, criminalizá-las ou não, legalizá-las ou não, etc.
  • O termo droga teve origem na palavra “droog” (holandês antigo) que significa folha seca; isto porque antigamente quase todos os medicamentos eram feitos à base de vegetais desidratados.
  • Segundo o Conselho Nacional Antidrogas (Conad) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), a partir de um ponto de vista médico, drogas são substâncias naturais ou sintéticas usadas, independente da forma (ingerida, injetada, inalada ou absorvida pela pele), para produzir alterações nas sensações, no grau de consciência, no estado físico ou no estado emocional de um indivíduo.
  • Sob um olhar mais amplo, pode-se dizer que as drogas servem há milênios como um meio de aproximar os seres humanos de divindades em rituais, para o lazer e o hedonismo, para minimizar ou solucionar os efeitos de doenças ou ferimentos, para facilitar a fuga de situações desagradáveis (escapismo), para relaxar a mente e o corpo e para controlar pessoas e povos. Essa definição de drogas inclui maconha, cocaína e heroína, mas também café, chocolate, remédios convencionais, ayahuasca, álcool e tabaco. Do ponto de vista jurídico, existem as drogas livres, que podem ser compradas sem controle (álcool e cigarro); e as de uso controlado (que podem ser compradas com receita médica); além, é claro, as ilegais ou ilícitas, que dependem na maioria das vezes de ações criminosas para serem adquiridas e consumidas.
  • Combate insistente, severo e bem aparelhado da lavagem de dinheiro do tráfico de drogas para que ele não possa ser convertido em riquezas legais capazes de comprar imóveis, empresas, etc.
  • Fiscalização intensa do financiamento de campanhas eleitorais para que o dinheiro do crime organizado não possa ser usado como receita para políticos corruptos que defenderão os interesses desses grupos no Legislativo ou no Executivo.
  • Criação de aparato legal, técnico e administrativo capaz de eficientemente dificultar que as grandes somas de dinheiro geradas pelo narcotráfico sejam transferidas para os grupos e pessoas que os controlam verdadeiramente, mas que não são o alvo mais frequente das investigações policiais.
  • Criação de uma rede pública e laica de clínicas de reabilitação para atender de forma técnica, científica e democrática aqueles que escolherem se tratar da dependência química.
  • Criação de programas de acompanhamento ambulatorial que, para muitos pesquisadores, é a estratégia mais eficientes para reinserção familiar e social de dependentes químicos.
  • Criação de campanhas amplas, diretas e perenes sobre os riscos do uso de drogas tanto em instituições educacionais quanto nos meios de comunicação de massa.
  • Legalização das drogas, importante ressaltar algumas questões como: o tráfico não será liberado e nem acabará, deve-se especificar quais drogas podem ser legalizadas, etc.
  • O consumo de álcool apoiado pela família e estimulado pela sociedade. 
  • O incalculável custo social do álcool: dependência social, psicológica e fisiológica; acidentes de trânsito; afastamentos do trabalho; faltas; violência; etc. 
  • O cigarro - malefícios para a saúde humana e para os cofres públicos. 
  • Os calmantes, os moderadores de apetite, os barbitúricos, os antidepressivos: as drogas “faixa preta” e a “geração Lexotan”.

Textos de aprofundamento







Intertextualidades 

  • "Bicho de sete cabeças" - filme.
  • "Rush" - filme.
  • "Cannabis - a erva maldita?" - documentário.
  • "Os hippies" - documentário.
  • "Quebrando o tabu" - documentário.
  • "Transpotting" - filme.
  • "Paraísos artificiais", Charles Baudelaire. - livro.
  • "Paraísos artificiais" - filme.
  • "Admirável mundo novo", Aldous Huxley - livro.
  • "Traffic" - filme.
  • "Narcos" - série.
  • "Ninguém está imune ao desejo da euforia momentânea que as drogas causam. Mas quando penso em tudo que perdi, lembro que não vale a pena." (Steven Tyler)
  • "Droga não é o mal. A droga é um composto químico. O problema começa quando pessoas tomam drogas como se fosse uma licença para poderem agir como babacas." (Frank Zappa)

Interdisciplinaridades 

  • A maioria das drogas pode ser considerada psicotrópica. Esse é o grupo potencialmente mais usado e mais danoso à saúde segundo a maioria dos especialistas. Elas podem ser classificadas em três tipos, de acordo com a atividade que exercem junto ao nosso Sistema Nervoso Central (SNC): 
1. Depressoras da Atividade do SNC
  1. Álcool;
  2. Soníferos ou hipnóticos (drogas que promovem o sono): barbitúricos, alguns benzodiazepínicos;
  3. Ansiolíticos (acalmam, inibem a ansiedade). As principais drogas pertencentes a essa classificação são os benzodiazepínicos. Ex.: diazepam, lorazepam, etc.;
  4. Opiáceos ou narcóticos (aliviam a dor e dão sonolência). Ex.: morfina, heroína, codeína, meperidina, etc.;
  5. Inalantes ou solventes (colas, tintas, removedores, etc.). 
2. Estimulantes da Atividade do SNC
  1. Anorexígenos (diminuem a fome). Principais drogas pertencentes a essa classificação são as anfetaminas. Ex.: dietilpropriona, femproporex, etc.;
  2. Cocaína. 
3. Perturbadoras da Atividade do SNC
  1. De origem vegetal: mescalina (do cacto mexicano); THC (da maconha); psilocibina (de certos cogumelos); lírio (trombeteira, zabumba ou saia branca).
  2. De origem sintética: LSD-25; Ecstasy; anticolinérgicos (Artane®, Bentyl®). 

  • No século XX, depois do século XIX em que as drogas foram vistas com inocência e mesmo de uma forma poética, ocorre a  discussão científica e ideológica sobre como separar as drogas lícitas das ilícitas, além de ser um período de combate intenso da produção e do consumo de entorpecentes. Tal medida teve como conseqüência a construção de um imenso aparato repressor contra os entorpecentes, o que teve como resposta a organização de um amplo esquema criminoso de produção e venda de drogas, ao qual chamamos de narcotráfico ou crime organizado.
  • As três primeiras décadas desse século seriam conhecidas como “Belle Epoque” ou como os “anos loucos”. Isso se explica pelo fato de drogas como cocaína serem vistas como “chiques” , pela busca incessante por prazer (hedonismo), por certa liberalização dos costumes, pela grande oferta de entorpecentes, depois proibidos, em farmácias.
  • Principalmente no entre Guerras, ocorre a proibição das drogas nos EUA. Cocaína, heroína e morfina “uso não-medicinal” (1909), álcool – “lei-seca” (1920-1933), tabaco (14 estados norte-americanos - 1921), maconha (1937), etc.
  • Com a proibição de várias drogas na primeira metade do século XX, ocorre o crescimento do poder do crime organizado, a consolidação do narcotráfico internacional e as drogas passam a ser um problema policial, antes de uma questão de saúde pública.
  • No pós-Guerra, os jovens adotam, por questões algumas vezes políticas ou como expressão simbólica de seus ideais, as drogas como modo de protesto, de escapismo e traço formador de uma nova cultura urbana e marginal - a contracultura. Entre elas destacam-se o bebop (jazz), os poetas beatniks, os hippies (“flower-power”), o rock’n’roll e o reggae.
  • Na década de 1960, ocorre amplo uso de maconha e LSD-25 em função do surgimento do movimento hippie. As drogas nesse momento são usadas como forma de expandir a consciência e fomentar experiências de coletividade e socialização. Na década de 1970, as drogas assumem outro papel associado ao hedonismo, ao sucesso e à liberalização dos costumes. Essa é a década da cocaína.


8. Uso de celular, viciados em tecnologia

Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção

  • A sociedade é cada vez mais mediada por recursos tecnológicos que tem interferido fortemente na cultura e no comportamento das pessoas.
  • Cada vez mais pessoas têm desenvolvido comportamentos obsessivos e doentios em relação ao modo como usam "smartphones" e "tablets", essa nova cultura tem interferido na forma como as pessoas relacionam-se afetiva, profissional e culturalmente.
  • Proibir o acesso à tecnologia não parece ser muito eficiente, não só porque é impossível coibir totalmente essa prática, mas também porque trata-se de ferramentas excepcionais as quais não podem ser negligenciadas, enfim o abuso não pode impedir o uso consciente e produtivo. 
  • É urgente uma revisão do entendimento de educadores a respeito de como usar essas ferramentas dentro de sala por meio de cursos que tornem familiares aos professores as tecnologias que os alunos usam. 
  • Incentivo governamental por meio de leis de fomento ou isenção de impostos para empresas que criem aplicativos ou tecnologias acessíveis em todos os aspectos para auxiliar a educação de forma a tornar a relação com a tecnologia mais produtiva e saudável para todos envolvidos no processo educacional. 
  • Incentivo à criação de fóruns de debate ou disciplinas para que os próprios alunos possam sugerir e criar estratégias ou mesmo aplicativos que possam ajudá-los em sala.
  • Estabelecer regras universais debatidos multilateralmente sobre limites éticos para o desenvolvimento, a venda e o uso de tecnologias, aplicativos, etc.

Textos de aprofundamento







Intertextualidades 

  • "Ela" - filme.
  • "Matrix" - filme.
  • "Hackers" - filme.
  • "Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura", Lucia Santaella - livro.
  • "Disconnect" - filme.
  • "Catfish" - documentário.
  • "O que é o virtual", Pierre Lévy - livro.
  • "As tecnologias da inteligência", Pierre Lévy - livro.
  • "Cibercultura", Pierre Lévy - livro.
  • “Hoje, consigo perceber que nossa tecnologia ultrapassou nossa humanidade.” (Albert Einstein)
  • “Numa época de tecnologia avançada, o maior perigo para as idéias, para a cultura e para o espírito pode mais facilmente vir de um inimigo sorridente que de um adversário que inspira o terror e o ódio.” (Aldous Huxley)

Interdisciplinaridades

  • Debates associados às ideias de estudiosos da mídia, como os membros da Escola de Frankfurt, podem ser interessantes. Entre os nomes desse grupo, destacam-se: Max Horkheimer (filósofo, sociólogo e psicólogo social), Theodor Adorno (filósofo, sociólogo e musicólogo), Erich Fromm (psicanalista),Herbert Marcuse (filósofo) e Walter Benjamin (ensaísta e crítico literário). As ideias de Malcolm MacLuhan e Pierre Lévy também podem ser muito bem empregadas no contexto da discussão das questões culturais associadas à tecnologia.

9. Questão indígena


Contextualizações, problematizações e propostas de intervenção

  • Reivindicações a respeito das dificuldades acerca do processo de demarcação de terras indígenas ocupadas comprovadamente por esses povos há séculos.
  • Discussão sobre o estabelecimento de meios, fóruns e espaços democráticos de debate para que os povos indígenas passem a influir no futuro de suas próprias comunidades.
  • Questões acerca da atuação de missões religiosas, científicas ou de qualquer natureza, legais ou não, como meio de combater a aculturação e a biopirataria.
  • Fomento incipiente da integração dos índios à cultura brasileira contemporânea de forma ao menos minimamente soberana e autônoma.
Textos de aprofundamento
Intertextualidades 
  • “Xingu” – série.
  • “O último dos moicanos” – filme.
  • “Dança com lobos” – filme.
  • “A nação que não esperou por Deus” – documentário.
  • "Terra vermelha" - filme.
  • “A Alemanha fez penitência pelo holocausto. Mas o Brasil ainda deve a sua pelo que fez com os índios e os negros.” (J.Lutzsenberger)

Interdisciplinaridades
  • A questão da integração ou do isolamento de índios em relação à sociedade contemporânea brasileira.
  • A história da relação entre portugueses e índios, entre jesuítas e índios e entre a sociedade brasileira contemporânea e os índios remanescentes.
  • Comparações acerca da diversidade de culturas indígenas no momento do Achamento do Brasil e na atualidade.
  • A imagem do índio na Literatura e na Pintura brasileiras.

10. Saúde e beleza



Contextualização, problematização e proposta de intervenção

  • O número expressivo de cirurgias plásticas no Brasil é um indicativo da importância que a “indústria da beleza” tem no país.
  • São muitos os casos de mortes causadas por erros médicos em cirurgias estéticas.
  • O crescimento do setor de cosméticos mesmo em meio a crises econômicas é um fator importante para entender essa obsessão cultural por determinados ideais de beleza.
  • Beleza e saúde devem ser entendidas como projetos de longo prazo associado à alimentação, a exercícios físicos moderados e a uma vida equilibrada.
  • Investimento maciço, contínuo e nacional em políticas de saúde pública voltadas para a medicina preventiva e o envelhecimento saudável.
  • Criação de carreiras federais atrativas para profissionais de saúde como enfermeiros, fisioterapeutas, dentistas, médicos, etc. Entre outras razões, como forma de atraí-los e fixá-los em regiões mais carentes desse tipo de profissional, tanto para promover uma saúde mais global para todos os brasileiros como para serem importantes agentes de esclarecimentos sobre o risco de tratamentos estéticos sem acompanhamento médico, de dietas sem comprovação científica, etc.
  • Articulação da formação médica e de saúde pública com as necessidades da população e com políticas de saúde focadas no bem coletivo, na medicina preventiva, no diagnóstico ético e no entendimento da saúde como uma ideia abrangente que abrange o modo de vida, o comportamento, os hábitos, etc., de um indivíduo.
  • Investimentos na criação e avaliação constante de programas que humanizem o atendimento das pessoas que procuram o Sistema de Saúde Público (SUS), por quaisquer razões, mesmo porque a ideia de saúde é um conceito vago que passa pela aparência, pela autoestima,etc.
  • Os problemas graves de saúde provocados pela obsessão pela beleza e pela magreza como anorexia e bulimia que são doenças comuns, que acometem muitas modelos e garotas jovens inadvertidas sobre o discurso visual inalcançável para a maioria veiculada pela indústria da moda fundamentalmente. 

Textos de aprofundamento





Intertextualidades

  • “Se a vida é realmente um concurso de beleza, como afirmou o estilista Thierry Mugler, nos resta esperar ter nascido numa época em que as normas de beleza correspondam às nossas características naturais.” (Lars Svendsen)
  • “Vivemos numa época, contudo, em que as infelizes almas nascidas com a beleza ideal de uma outra época tem mais oportunidade que nunca de se adequar a seu próprio tempo. Há limites para o grau em que um corpo pode ser modificado por meio de cosméticos, penteados e exercícios, mas uma intervenção mais direta através da cirurgia plástica (tirando um pouco aqui, acrescentando um pouco ali) põe visivelmente o ideal de beleza próprio de qualquer época dada ao alcance de um número cada vez maior de pessoas.” (Lars Svendsen)
  • “A beleza feminina é uma terrível enfermidade. De fato, a beleza causa na mulher um desgaste interior, macio, insidioso, fatal. E, no fim, a mulher bonita se volta contra si mesma, com tédio e ira de todos os seus dons plásticos. Toda mulher bonita leva em si, como uma lesão na alma, o ressentimento. É uma ressentida contra si mesma. Olhe a Marilyn Monroe. Morreu tão linda e tão só.” (Nelson Rodrigues)
  • “Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!” (Mário Quintana)
  • “A beleza é um bem frágil.” (Ovídio)
  • "A verdadeira beleza é interior, e é somente essa que torna as pessoas radiosas. A cirurgia plástica deve limitar-se a tornar normal aquilo que não é."(Ivo Pitanguy)
  • “História da beleza”, Umberto Eco (org.)
  • "Anorexia, a ilusão da beleza" - filme.
  • "História da beleza no Brasil", Denise Bernuzzi De Sant'anna - livro.


Interdisciplinaridades 

  • O conceito de belo na Arte e na Estética.
  • A evolução da ideal de beleza feminino na Arte.
  • Os riscos fisiológicos e psicológicos de cirurgias plásticas feitas de forma clandestina.
  • As implicações biológicas de transtornos alimentares graves como a bulimia e a anorexia.

Fonte: http://www.opera10.com.br/2015/10/10-temas-possiveis-para-redacao-do-enem.html

 
BOM(NS) TREINO(S)!
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